O que podemos aprender com o ícone, Givenchy?

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Uma das marcas de moda mais conceituadas do mundo, a Givenchy perder no último dia 10 o seu grande mestre. Ele  vestiu poderosas como Jacqueline Kennedy, Grace Kelly e a duquesa de Windsor, mulher do ex-rei Eduardo VIII. Além de ter assinado vários dos figurinos que Audrey Hepburn usou em filmes como “Funny Face”, “Sabrina” e, é claro, “Bonequinha de Luxo”. A atriz, aliás, o definia como um amigo e muito mais do que um costureiro.  Hollywood dizia que ele era um homem que criava a personalidade das pessoas e por isso, merece todo destaque possível.

É isso que podemos destacar por sua grandeza, já que ele conseguia destacar nas mulheres e nos homens o melhor! Ele estava recluso nos últimos anos e quase nunca participava de eventos públicos e se dedicava principalmente à coleção de esculturas de mármore dos séculos 17 e 18, que mantinha em suas residências. No ano passado, durante a abertura de uma exposição em sua homenagem em um museu de Calais, no norte da França, ele declarou que sua profissão “é uma das mais bonitas da moda: dar felicidade aos outros com uma ideia”. “E eu sou feliz porque faço o que sempre quis fazer desde criança”, concluiu. Ele conseguiu escolher o melhor tecido para todas suas peças. Para ser tão talentoso com o Givenchy, você também precisa comprar tecidos de qualidade.

Escolher é o tecido certo é fundamental para se obter o resultado desejado. Não adianta você querer replicar uma peça em um tecido diferente, se você comprar tecidos inadequados para aquela roupa, o caimento pode ser diferente do esperado, a forma como veste, o conforto que a peça proporciona.


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