O linho para o seu verão!

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O linho, quem diria, está de volta! Saiba mais sobre a fascinante história do tecido vegetal mais antigo da humanidade. A fibra que foi descoberta há mais de 36.000 aC, conforme registros históricos recentemente descobertos. O tecido teve seu uso constatado até em construções de moradias pré-históricas e agora volta às tendências simbolizando um retorno ao natural e à espiritualidade. Criações em linho Zimmermann Resort 2018 – Linho: história e significado. Acompanhe super dicas de estilo e muitas novidades seguindo o Fashion Bubbles no Instagram: @fashionbubblesoficial. O que é o linho? O linho é o tecido vegetal mais antigo da história do homem. É feito a partir das hastes da planta de linho e era um têxtil amplamente utilizado e muito importante antes do algodão e outras fibras. Era importante para a antiga sociedade egípcia, reverenciada pelas tribos de Israel, produzida na Irlanda do século XII, e hoje tem muitos mercados bem estabelecidos em toda o mundo. A fibra se integrou na sociedade como um tecido de luxo, bem como uma ferramenta utilitária, usada para pano de vela, redes de pesca e cordas. A história duradoura do linho acompanha a durabilidade das próprias fibras, já que é a única fibra que é mais forte molhada do que seca. Linho: Um conceito sustentável Para produzir o tecido de linho, apenas as melhores fibras são usadas, mas outras partes não são desperdiçadas, e é por isso que o tecido de linho é ecológico e a planta de linho é muito apreciada. As partes remanescentes – sementes de linhaça, óleo, palha e fibras de baixa qualidade são usadas na produção de uma ampla gama de produtos: de lino, sabão, óleo saudável a papel e até mesmo ração para gado. A História do Linho: De cavernas pré-históricas à moda contemporânea A descoberta mais antiga de linho foi feita em 2009, quando os arqueólogos desenterraram o tecido em uma caverna pré-histórica na Geórgia. Este linho é o primeiro tecido conhecido produzido pelo homem, datando de 36.000 aC. Não se tem a data exata de quando a fibra do linho começou a ser tecido pelo homem, mas há registros que comprovam o seu cultivo desde 2.500 a.C., pelos egípcios – as múmias egípcias eram enroladas em tecido de puro linho e tinha o significado de luz e pureza – a tumba do faraó Ramessés II; morto em 1.213 a.C; foi descoberta em 1.881 d. C, e o linho que envolvia a múmia estava em perfeito estado de conservação – após 3.000 anos. Além da sua existência, isso comprova a resistência da fibra em relação a ação do tempo. Os antigos egípcios dotavam o tecido de significado simbólico como uma representação da pureza e o chamavam de “luar tecido”. Eles consideravam o linho como um símbolo de “pureza” e “luz”. Além de seu uso para mumificação, o linho também era usado uma forma de moeda. A imagem mostra a colheita de linho na Tumba de Sennedjem do antigo Egito. Ilustração egípcia mostrando a colheita de linho na Tumba de Sennedjem do antigo Egito – Linho: história e significado. Imagem via Deck Towel O linho era significativo para os antigos israelitas e também é mencionado no Novo Testamento. O Tabernáculo, o local de culto mais sagrado para os israelitas, era adornado com cortinas feitas de linho. Quando o sumo sacerdote Arão entrou no Tabernáculo, vestiu um casaco de linho e cinto. O Novo Testamento afirma que os sete anjos que seguravam as mãos no passado e no futuro da humanidade usavam linho puro e branco, e no Livro das Revelações, os escolhidos para a vida eterna e a felicidade serão adornados com linho fino. O Tabernáculo, o local de culto mais sagrado para os israelitas, era adornado com cortinas feitas de linho – Linho: história e significado Também acredita-se que Jesus Cristo foi sepultado em uma peça de linho, até hoje conservada – o Sudário de Turim, ou o Santo Sudário – o tecido apresenta a imagem de um homem de 1,83m de alturaque parece ter sido crucificado, com feridas consistentes com as que Jesus sofreu antes de sua crucificação no relato bíblico. As primeiras referências a um possível sudário surgem na própria Bíblia. O Evangelho de Mateus (27:59) traz que José de Arimateia envolveu o corpo de Jesus Cristo com “um pano de linho limpo” e João (19:38-40) também descreve o evento, relatando que os apóstolos Pedro e João, ao visitar o túmulo de Jesus após a ressurreição, encontraram os lençóis dobrados.

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